segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aquaman nos cinemas


Boas novas paras fãs do super-herói dos mares. Segundo a Warner (hoje, dona dos direitos da DC Comics), Aquaman ganhará um longa muito em breve.

Além disso, o chefe de entretenimento dos estúdios, Bryan Meyer, anunciou que o herói subaquático não será o único a estrelar seu próprio filme. A Warner tem planos de levar para os cinemas Flash e Mulher-Maravilha, vejam vocês!

Isso sem contar os já confirmados: Novo filme do Superman (para 2012) e o aguardado terceiro filme de Batman (no dia 20 de Julho do mesmo ano).

Overdose de heróis a caminho!

O Bebê de Ferro

Patrick Boivin, animador e produtor no Canadá, divulgou em seu canal do YouTube, uma paródia "baby" de Homem de Ferro.

O destemido Tony Stark (versão maternal), utiliza as mesmas traquitanas vistas no filme, para enfrentar, err... "perigos" que encontra pela frente.


Vai encarar o bebê, maluco?!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Trailer de Morning Glory

Com Rachel McAdams, Diane Keaton e Harrison Ford no elenco, Morning Glory é a nova aposta para as telonas do diretor Roger Michell (Nothing Hill) e da roteirista de O Diabo Veste Prada, Aline McKenna.


Nessa comédia, a produtora Becky Fuller (McAdams), pede demissão de seu emprego e é contratada para salvar um programa de notícias da manhã.

O âncora de TV, Mike Pomeroy (Harrison Ford), tem opiniões, err... diferentes da outra apresentadora – Colleen Peck ( a sempre foda, Diane Keaton), o que provoca situações divertidas e principalmente muito trabalho para Becky.


Parece legal. Veja o trailer:




O longa estréia dia 12 de Novembro, lá na gringa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Orgulho Nerd e toalhas

No ano de 2006, na Espanha, 300 nerds se juntaram para fazerem um Pac Man humano... pensa, um P-a-c M-a-n humano.

Nascia alí o Dia do Orgulho Nerd (o Día del Orgullo Friki).

O motivo da data escolhida? É a mesma da estreia de Star Wars nos Estados Unidos em 1977, ora! Quer dia melhor para celebrar a nerdice?!


Mais nerd (e mais "importante" que isso), só o Dia da Toalha.
Data criada em homenagem a um dos maiores escritores de ficção científica (o mestre Douglas Adams).


"Você pode esquecer de tudo, menos da sua toalha..." foi com essa frase, da série de livros O Guia do Mochileiro das Galáxias, que o escritou perpetuou no calendário Nerd/Geek essa nova data.

"Ela é o item essencial, porque sem ela você não vai conseguir sobreviver quando a Terra for finalmente destruída por alienígenas..."
Se ele falou, quem somos nós para discordar!

Está com sua toalha à tiracolo?! Parabéns, irmão nerd! =D

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Found... and Lost!



Um marco...


Um avião, uma ilha, algumas pessoas, mistérios.

Quem diria que elementos aparentemente tão simples poderiam render tramas tão intrincadas e viciantes. Lost, a série de tv que começou com cara de reality show (talvez por esse motivo, tenha ganho o carisma imediato do telespectador), seria o palco de tantos assuntos, temas e tornaria-se o fenômeno televisivo da década.


Carregado de referências de histórias (filmes, series e livros) dos quais seus produtores são grandes fãs, e que nós também gostamos (ou viemos a conhecer e gostar por culpa da série), Lost incrementou e baseou suas subtramas. Mas o que surpreende é a forma natural com que isso ocorreu ao longo das temporadas, sem parecer plágio, cópia ou coisa do gênero. Várias foram as citações, enriquecendo sua história, reforçando pensamentos e filosofias pertinentes.


Lost conseguiu o que nenhuma outra serie de TV conseguiu até então: primeiro por determinar, juntamente com sua emissora (ABC), uma data para seu desfecho, logo em sua terceira temporada; conquistou público fiel, estendeu sua narrativa das telas, virou fenômeno na internet, ganhou ARG (lembram do ARG?!), mídia impressa, etc. Produtos com a marca Lost renderam (e continuarão rendendo por muito tempo) milhões aos seus donos.

Nascia ali, meio sem pretensão, o novo ícone pop.


Tivemos a sorte de ter acompanhado tudo isso de perto, ver essa evolução acontecer, e quando falo evolução, não digo da série em si mas a evolução do modo como estávamos acostumados a assistir uma obra televisiva.

Já não éramos mais meros espectadores – assistir um episódio tornou-se somente a primeira etapa da diversão, da rotina do lostmaníaco, porque a graça toda estava em especular, repercutir, discutir e participar. O novo.


Orgulhe-se, você faz parte da ERA LOST.


Aos que chegaram e aos que se foram...


Com uma trama rica em mistérios e principalmente por sua mitologia variada (eletromagnetismo, antimatéria, viagens no tempo, buracos de minhoca, espíritos, seres fantásticos, realidades paralelas...), muitos foram deixando a série ao longo dos anos, por não gostarem de algum tema abordado ou por desgostar dos rumos tomados pelos roteiristas e produtores.


Nessa última temporadas, podemos notar algo no mínimo... curioso: a relação do público tornou-se extremista – ou ame ou odeie, assim, sem meio termo.

A intolerância em aceitar a opinião alheia (tanto quem amou, quanto quem detestou) fez-se presente durante todo sexto ano da série – “Não importa se desagradou alguns, estão falando de Lost o tempo todo. Conseguimos!” Deve ser mais ou menos isso que Damon Lindelof e Carlton Cuse estão pensando agora. Eu estaria.


Xeque-Mate...


Lost cumpriu o que sempre se propôs a fazer: DIVERTIR. É injusto menosprezar a serie, dizendo que gostaria que o final fosse diferente, que faltaram respostas ou que as últimas temporadas foram fracas, porque isso tudo é OPINIÃO, e opinião se respeita mas não anula fatos. Porque se aqueles que hoje, não curtem Lost, não estivessem se divertindo, não teriam acompanhado até o final.

Ou a pessoa está se contradizendo ou é masoquista. Não vejo outra explicação.


Por falar em opiniões não anularem fatos, uma das reclamações que mais ouvimos do “coro dos descontentes” foi: “Putz, de que serviu, Dharma, os Outros, viagem no tempo, escotilha...Tudo pra nada!”. Não vou ficar argumentando ou justificando tais tópicos explorados na série (até porque, não sou pago pra isso), mas quem realmente acompanhou a história, sabe que nada daquilo foi banal.

Se não foi importante pro desfecho geral da trama, serviu (no mínimo) para entreter. Afinal de contas, é uma programa de tv: ENTRETENIMENTO, lembram?! Pois é...


O fim


23 de maio de 2010 foi o dia em que perdemos nossa constante. Data que marcou o final de algo muito bacana, inovador e ousado. O começo da nova forma de se fazer e assistir televisão, o pontapé inicial foi dado.

A série criada por J.J, Abrams, já deixa saudades e boas lembranças.


Obrigado, J.J, Damon, Carlton e todos envolvidos, por nos proporcionarem a EXPERIÊNCIA.


Por fim, saímos da ilha, vimos o final dado para cada um daqueles personagens, que aprendemos a gostar; lacunas preenchidas e outras não, fãs satisfeitos, outros não.


Lost acaba, mas o debate de idéias e principalmente seu legado, não!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A nova do Muse

“Neutron Star Collision (Love is Forever)” é a mais nova música de trabalho da banda britânica Muse.

Depois de “Supermassive Black Hole” e uma versão remix da faixa “I Belong To You”(para os filmes anteriores da saga vampiresca), esse novo som da banda foi escrito, ao contrário das outras, com exclusividade para a trilha do filme ‘Eclipse’ (‘A Saga Crepúsculo: Eclipse’), que será lançada no dia 8 de junho.

Não sou fã da franquia Crepúsculo, mas sou (muito) fã do Muse, então confira o clipe que acabou de ser lançado:


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cool! Street Fighter Zumbis



É do ilustrador brasileiro Manuel Augusto Dischinger Moura, ou popularmente Manuhell, essa série de desenhos inspirados nos personagens do game Street Fighter em uma versão "mortos-vivos".

Além de Riu e sua trupe, o cara propôs seu trabalho, também para outras franquias de luta, como Mortal Kombat, por exemplo.

Chun Li says: "MIOOOOLOS"...


Quem sou eu

Campo Bom, RS, Brazil
Sériemaníaco, Lostmaníaco, cinéfilo, rocker, metido a desenhista e designer gráfico...
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